Haroldo Lima foi convidado à Câmara para dar explicações.
O presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, e
cinco ministros foram convidados à Câmara para esclarecer denúncias de
irregularidades em seus respectivos órgãos.
Os requerimentos,
apresentados pelo deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), foram aprovados
pela Comissão de Fiscalização Finaceira e Controle e têm o objetivode
pedir explicações para todas as denúncias contra o governo.
Originalmente,
os requerimentos pediam a convocação das autoridades, mas foram
convertidos em convite, em razão de acordo com o governo.
Foram convidados:
O ministro das Comunicações,
Paulo Bernardo, para prestar esclarecimentos sobre notícias que apontam
seu envolvimento em negociações de contratos para obras rodoviárias e
ferrovias em execução ou a serem executadas no Estado do Paraná, “no
bojo do descontrole da execução financeira das obras sob a
responsabilidade do Ministério dos Transportes”. O suposto envolvimento
do ministro teria ocorrido no ano passado, quando era ministro do
Planejamento;
O ministro dos Transportes, Paulo
Sérgio Oliveira Passos, para prestar esclarecimentos sobre possíveis
irregularidades praticadas no âmbito do Ministério dos Transportes, bem
como sobre as medidas adotadas para saná-las e para reduzir os custos de
obras e serviços relativos às rodovias brasileiras;
O ministro das Cidades,
Mário Negromonte, para prestar esclarecimentos sobre denúncias de
irregularidades na destinação de verbas e possível favorecimento de
empresas doadoras de campanhas políticas;
OS ministros do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente,
Afonso Florence e Izabella Teixeira, para prestar esclarecimentos sobre
denúncias de ocupação ilegal de terras em áreas de proteção ambiental e
de assentamentos destinados à reforma agrária;
O presidente da ANP, Haroldo
Lima, para prestar esclarecimentos sobre denúncias de irregularidades e
indícios de corrupção na agência – como cheques, e-mails, relatos de
empresários vítimas de extorsão e até um vídeo em que uma advogada que
atua no ramo é intimidada por dois assessores da ANP.
Com informações da Agência Câmara

Nenhum comentário:
Postar um comentário