VEJA AS NOTICIAS EM DESTAQUE

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Investidor do Ceará na Bolsa salta 619%.


Em um período de cinco anos, o número de investidores em Bolsa de Valores aumentou 619% no Ceará. Em 2005, o total de pessoas que concretizaram investimentos no mercado financeiro era de apenas 900 e, atualmente, a quantidade de investidores se ampliou e o Estado já conta com cerca de 6.474 aplicadores. Os dados são da BM&FBovespa.

Com políticas de popularização do mercado de capitais para pessoas físicas desde 2002, a BM&FBovespa lançou programas gratuitos voltados a este público. A meta para o Brasil é que se tenha pelo menos 5 milhões de investidores pessoas físicas em cinco anos até 2014. De acordo com dados da Bolsa, as iniciativas de popularização já atenderam a mais de 1,7 milhão de pessoas.

Repercussão

Para o economista Célio Fernando Bezerra de Melo, apesar da boa oferta de programas de educação da bolsa, esse crescimento não seria possível sem aumento da renda. "A economia indo bem e a redução da taxa de juros, que de certa forma está mais estável, se tem a alternativa da Bolsa de Valores. Três fatores contribuem para esse aumento: primeiro a renda, segundo, a taxa de juros estável e terceiro a educação financeira que tem sido trabalhada". Dentre as ações de popularização do mercado financeiro para pessoa física que a Bolsa vem executando desde 2002, cursos onlines e presenciais sobre o mercado de ações e mercado de futuros são exemplos de como esse mercado pode chegar cada vez mais próximo do cidadão comum. Além disso, simuladores na internet facilitam a vida de quem está começando a se tornar um investidor, como o SimulAção, FolhaInvest, UolInvest, Turma da Bolsa (site interativo para ensinar crianças a lidar com o dinheiro desde cedo).

Mulheres participam

Em 2010, as mulheres tiveram uma importante participação na bolsa de valores. Segundo dados da BM&FBovespa, de 2002 para cá, a adesão feminina aumentou de 15 mil para 136 mil. E, diferente do que se imagina, elas não preferem papéis relacionados ao consumo feminino (como empresas de moda ou cosméticos). Elas estão em pé de igualdade com os homens, e variam suas aplicações em diferentes segmentos.

Para Célio Fernando, a renda tem crescido também para a mulher. "De alguma forma as pessoas em geral estão tendo maiores oportunidades de investir", afirma.

Fonte Miseria

Nenhum comentário:

Postar um comentário